Clique abaixo para entrar diretamente no assunto

Feedjit

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Orientações para o estudante após o resultado do Fies

Passamos nesta postagem algumas orientações sobre a conclusão da inscrição do Fies.  O estudante pode seguir as dicas para evitar problemas na conclusão da inscrição e nos procedimentos a serem seguidos após ser pré-selecionado.
Basta clicar nos links( em laranja) para ser direcionado para a orientação.

ANTES DE SER PRÉ-SELECIONADO:
Para saber como acompanhar o resultado da inscrição, clique Aqui



DEPOIS DE SER PRÉ-SELECIONADO:
Veja aqui como fazer para finalizar a inscrição do Fies
Clique Aqui



APÓS SER PRÉ-SELECIONADO VEJA O QUE FAZER  NA FACULDADE

Estudante não precisa ter feito vestibular nem estar matriculado para conseguir o Fies.

O que é CPSA?

Para  saber qual a documentação que deve levar  para a CPSA da faculdade

Errei alguns dados ao fazer a inscrição, posso alterar?
Sim. Enquanto não for gerado o DRI (Documento de Regularidade de Inscrição) a CPSA da faculdade pode reabrir a inscrição para correção.



PROCEDIMENTOS NO BANCO

Quer saber qual documentação deve levar ao banco?

  
Posso mudar o tipo de garantia no banco?
Sim. Entre fiança tradicional e fiança solidária. Não é possível mudar para fundo garantidor.
Para saber se tem direito ao fundo garantidor(FGEDUC) clique aqui

ESTUDANTES DA LISTA DE ESPERA 

Tem de consultar o resultado diariamente e verificar a sua situação.
Caso sejam selecionados, deverão acessar o Sisfies, no endereço eletrônico 
http://sisfiesportal.mec.gov.br, e concluir sua inscrição para contratação do financiamento no prazo de 5 (cinco) dias úteis, a contar da divulgação de sua pré-seleção no FiesSeleção.
É de inteira responsabilidade do estudante acompanhar o resultado. Caso perca o prazo será desclassificado.




domingo, 16 de julho de 2017

Novo Fies: Juro zero não quer dizer Fies sem juros. Muito pelo contrário!


Iniciaremos uma série de postagens sobre as novas regras do Fies anunciadas no último dia 06 de Julho. Durante todo o anúncio e posteriormente,  quando foram entrevistados o  ministro da Educação Mendonça Filho e um técnico  do ministério, houve pouco questionamento a respeito das novas regras e sobre o que efetivamente elas alterariam em referência ao modelo atual.

O primeiro ponto que abordaremos é o chamado Juro Zero.
Você que compra um celular que custa R$ 1000,00 parcelado em 10 parcelas de R$ 100,00.
Isso quer dizer que você pagou o celular em 10 parcelas sem juros.

O novo Fies não será assim. Ele será corrigido pela inflação oficial.
Ainda não foi definido qual será a periodicidade dessa correção. Se mensal, trimestral, semestral ou anual.
Tudo deverá ser definido pelo CG-Fies( Comitê Gestor do Fies)  que será constituído por integrantes dos Ministérios do Planejamento, da Fazenda e da Educação, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e das universidades privadas.

Segundo o assessor do Ministério do Planejamento Arnaldo Lima Junior, a ideia é ter incentivo de migração do modelo antigo para o novo a partir da possibilidade de até reduzir a taxa de juros desses contratos, para que esses alunos tenham essa modalidade de pagamento vinculada à renda. Is é importante para sanar o Fies".
Pode ser uma boa?
Vejamos abaixo o gráfico comparativo Inflação X juros do Fies.
Note que em relação ao juro de 3,4% ao ano, que corrige os contratos assinados até o 1º semestre de 2015, que representam atualmente mais de 80% de todos os contratos, a inflação é sempre maior, ou seja, o juro atual  é NEGATIVO.
Então somente por esse fator, para todos os contratos assinados até o 1º semestre de 2015, não há nenhuma vantagem nessa migração.

E para os outros contratos, assinados a partir de 2º semestre de 2015 até o 2º semestre de 2017
(a regra sobre a correção pela inflação somente será obrigatória a partir dos contratos assinados referente ao 1º semestre de 2018). Será um bom negócio?
Baseado na inflação dos últimos 10 anos, para esses contratos, que tem a taxa de 6, 5% ao ano, pode ser que o estudante pague menos juro. Somente em um ano dos últimos dez a inflação esteve acima dos 6, 5%.
Mas o que aconteceu no passado não é garantia de que isso acontecerá no futuro.
Ficaria à mercê das políticas econômicas dos próximos presidentes , além das crises econômicas brasileiras ou mundiais, que poderão ou não acontecer, até o final do seu contrato.
Além disso, muito provavelmente o estudante terá de se sujeitar a outras condições para poder migrar.


O bom então é aguardar e verificar as regras para essa transição, e como poderá ser feita.

Mas, definitivamente: Juro zero não quer dizer Fies sem juros!





Ad sense

Ad sense